Eu adoro esta música. Para começar, aviso desde já que os Paramore não são exactamente “música clássica”! Assim sendo, quem os quiser ouvir, tenham o bom senso de deixar o volume baixo, se não estão habituados a ouvir música alternativa. Para quem não os conhecem, eles são um grupo americano bastante em voga hoje em dia. E fica aqui um single chamado Decode, inspirado na Saga Luz e Escuridão (also known as Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer – os livros de vampiros de Stephenie Meyer), especialmente feito para o filme. Vejam, ouçam, e divirtam-se!
E aqui fica a letra da música, em inglês – não me atrevo a traduzir, peço desculpa.
Decode
How can I decide what’s right,
When you’re clouding up my mind
I can’t win your losing fight
All the time
Nor could I ever own what’s mine
When you’re always taking sides
But you won’t take away my pride
No, not this time
Not this time
How did we get here
When I used to know you so well?
How did we get here?
Well, I think I know
The truth is hiding in your eyes
And it’s hanging on your tongue
Just boiling in my blood
But you think that I can’t see
What kind of man that you are
If you’re a man at all
Well, I will figure this one out
On my own
(I’m screaming, I love you so)
On my own
(But my thought you can’t decode)
How did we get here?
When I used to know you so well?
How did we get here?
Well, I think I know
Do you see what we’ve done?
We’re gonna make such fools of ourselves
Do you see what we’ve done?
We’re gonna make such fools of ourselves
How did we get here
When I used to know you so well?
How did we got here
When I used to know you so well?
I think I know
I think I know
There is something I see in you
It might kill me, I want it to be true
Também podemos descodificar (entenderam a piada? Pronto, não teve piada) a música tirando a parte “vampírica”. Basicamente, é sobre uma rapariga que quer conhecer melhor o rapaz com quem namora, ou de quem gosta, etc. Mas ele tem um segredo, e ela quer descobrir qual é. Algo assim? E vocês, o que pensam? Comentem!
Hoje trago-vos… fado. Sim, fado, podem pasmar e assim. Alguns fados não são assim tão melancólicos e “lamechas” (foi o que já ouvi várias pessoas chamarem a fados). Eu aprecio fados, tenho de admitir. Especialmente os Deolinda, claro. Mas, hoje, trago uma música que, em situações normais, não seria um fado. Ou melhor, seria um fado, se fosse cantado por outra pessoa. Aqui vai.
Vida tão Estranha
São de veludo as palavras
Daquele que finge que ama
Ao desengano levo a vida
A sorte a mim já não me chama
Vida tão só
Vida tão estranha
Meu coração tão mal tratado
Já nem chorar me traz consolo
Resta-me só o triste fado
A gente vive na mentira
Já não dá conta do que sente
Antes sozinha toda a vida
Que ter um coração que mente
Vida tão só
Vida tão estranha
Meu coração tão mal tratado
Já nem chorar me traz consolo
Resta-me só o triste fado
E, também, o vídeo desta música que já vamos ver ali à frente, está aqui.
Tenho de admitir, há poucas músicas que me ponham assim. Quando primeiro ouvi esta música (na banda sonora da telenovela Equador, na TVI), primeiro pensei que se adequava perfeitamente àquele estilo de inícios do século XX, mas depois – já depois de a série ter acabado -, vi o anúncio do concerto de Rodrigo Leão e da Cinema Ensemble, em Évora.
Interessado? Claro. A música tinha uma sonoridade muitíssimo parecida a uma das bandas sonoras que mais me marcam (noutra ocasião hei de falar dessa música). Mas a letra… pensemos bem.
A música é sobre pessoas mentirosas, sobre um coração partido. O homem que a mulher (o “sujeito” da música) amava já não a ama, e, assim, ela faz um fado – se pudermos chamar isso a esta música com uma sonoridade tão “diferente” – sobre como se sente. Simples, não? Mas a descrição desta música faz-nos pensar um pouco mais.
Pensar. Palavra interessante.
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