Arquivo da categoria 'Música'

“What a Wonderful World”, Louis Armstrong

Perdoem-me pois pequei ao não escrever no blog. u.u’ Mas tenho andado ocupado, xD. Pronto, aqui vai:

Quem não gosta desta música? Escrita por Bob Thiele e George David Weiss, fala sobre… bem, vejam aqui.

O mundo é lindo, não? É disso que fala esta música: da paz. Da liberdade. Da igualdade. Pensem, não? :D

(E hoje foi um post mesmo curto!)

“Decode”, Paramore

Eu adoro esta música. Para começar, aviso desde já que os Paramore não são exactamente “música clássica”! Assim sendo, quem os quiser ouvir, tenham o bom senso de deixar o volume baixo, se não estão habituados a ouvir música alternativa. Para quem não os conhecem, eles são um grupo americano bastante em voga hoje em dia. E fica aqui um single chamado Decode, inspirado na Saga Luz e Escuridão (also known as Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer – os livros de vampiros de Stephenie Meyer), especialmente feito para o filme. Vejam, ouçam, e divirtam-se!

E aqui fica a letra da música, em inglês – não me atrevo a traduzir, peço desculpa. :D

Decode

How can I decide what’s right,

When you’re clouding up my mind

I can’t win your losing fight

All the time

Nor could I ever own what’s mine

When you’re always taking sides

But you won’t take away my pride

No, not this time

Not this time

How did we get here

When I used to know you so well?

How did we get here?

Well, I think I know

The truth is hiding in your eyes

And it’s hanging on your tongue

Just boiling in my blood

But you think that I can’t see

What kind of man that you are

If you’re a man at all

Well, I will figure this one out

On my own

(I’m screaming, I love you so)

On my own

(But my thought you can’t decode)

How did we get here?

When I used to know you so well?

How did we get here?

Well, I think I know

Do you see what we’ve done?

We’re gonna make such fools of ourselves

Do you see what we’ve done?

We’re gonna make such fools of ourselves

How did we get here

When I used to know you so well?

How did we got here

When I used to know you so well?

I think I know

I think I know

There is something I see in you

It might kill me, I want it to be true

Também podemos descodificar (entenderam a piada? Pronto, não teve piada) a música tirando a parte “vampírica”. Basicamente, é sobre uma rapariga que quer conhecer melhor o rapaz com quem namora, ou de quem gosta, etc. Mas ele tem um segredo, e ela quer descobrir qual é. Algo assim? E vocês, o que pensam? Comentem!

“Vida tão Estranha”, Rodrigo Leão

Hoje trago-vos… fado. Sim, fado, podem pasmar e assim. Alguns fados não são assim tão melancólicos e “lamechas” (foi o que já ouvi várias pessoas chamarem a fados). Eu aprecio fados, tenho de admitir. Especialmente os Deolinda, claro. Mas, hoje, trago uma música que, em situações normais, não seria um fado. Ou melhor, seria um fado, se fosse cantado por outra pessoa. Aqui vai.

Vida tão Estranha

São de veludo as palavras

Daquele que finge que ama

Ao desengano levo a vida

A sorte a mim já não me chama

Vida tão só

Vida tão estranha

Meu coração tão mal tratado

Já nem chorar me traz consolo

Resta-me só o triste fado

A gente vive na mentira

Já não dá conta do que sente

Antes sozinha toda a vida

Que ter um coração que mente

Vida tão só

Vida tão estranha

Meu coração tão mal tratado

Já nem chorar me traz consolo

Resta-me só o triste fado

E, também, o vídeo desta música que já vamos ver ali à frente, está aqui.

Tenho de admitir, há poucas músicas que me ponham assim. Quando primeiro ouvi esta música (na banda sonora da telenovela Equador, na TVI), primeiro pensei que se adequava perfeitamente àquele estilo de inícios do século XX, mas depois – já depois de a série ter acabado -, vi o anúncio do concerto de Rodrigo Leão e da Cinema Ensemble, em Évora.

Interessado? Claro. A música tinha uma sonoridade muitíssimo parecida a uma das bandas sonoras que mais me marcam (noutra ocasião hei de falar dessa música). Mas a letra… pensemos bem.

A música é sobre pessoas mentirosas, sobre um coração partido. O homem que a mulher (o “sujeito” da música) amava já não a ama, e, assim, ela faz um fado – se pudermos chamar isso a esta música com uma sonoridade tão “diferente” – sobre como se sente. Simples, não? Mas a descrição desta música faz-nos pensar um pouco mais.

Pensar. Palavra interessante.


Sobre

O Bem Escrito é um blog sobre palavras. Frases, livros, letras de músicas, enfim, qualquer coisa escrita pode ser comentada aqui. Defino-me como um "comentador de palavras". Ou crítico, talvez fique melhor.

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