Marcas, marcas, marcas. Eu gostava de ser uma marca. Eu gostava que o Bem Escrito fosse uma marca.
Modéstia à parte, eu tenho jeito para publicidade. Eu sei que tenho – embora a maioria das pessoas não queira, obviamente, admitir isso. Mas eu sei que tenho. As minhas ideias muito claras sobre como o layout deste blog devia ser (mas, infelizmente, o WordPress é mau e tenho de pagar dez euros para poder mudá-lo), o ícone deste blog – que, já agora, podem ver… em algum sítio – e o template personalizado para o meu Twitter que eu hei de ter mostram isso. As capas dos livros que ainda hei de publicar mostram isso.
Esperem aí, deixem-me corrigir. Eu tenho jeito para design – e só para ideias, não me meto em desenho – e talvez um pouco para publicidade, marketing, e afins. Isto foi só uma introdução ao que realmente importa neste post. E segue o excerto – estranhamente reduzido:
I’m Lovin’ It
I’m Lovin’ It
Nem me dei ao trabalho de pôr o “tararantantan”, ou “tan-ta-ran-tam-tam”, ou lá como é (obrigado, Gran!
) porque isso são notas escolhidas ao acaso pelo palhaço (que, supostamente, todas as crianças adoram/deviam adorar) que, na verdade, foi o impulsionador da era capitalista em que vivemos.
Adorar. (Para quem não se lembra/não sabe, I’m Lovin’ It significa algo como “Estou adorando”. Slang americano.) Como é que a McDonalds pode presumir que adoramos a McDonalds? Os seus produtos? Sabem como os McNuggets são feitos? Acreditem em mim – possivelmente, a única parte da galinha que eles usam são ossos. E pele, quando estão nos dias bons.
Positivismo, claro. É a única razão. Na verdade… o que significa este slogan? Alguém é capaz de me explicar? Muitíssimo obrigado, o link para os comentários anda por aí algures.
NOTA: O autor do blog deseja dizer que: 1) O meu pai opôs-se veemente à publicação deste post, talvez por achar que a McDonalds me ia processar; 2) Não dispenso uma salada deles de vez em quando. SÓ DE VEZ EM QUANDO! (ou seja… uma vez em cada dois meses, possivelmente)
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