“What a Wonderful World”, Louis Armstrong

Perdoem-me pois pequei ao não escrever no blog. u.u’ Mas tenho andado ocupado, xD. Pronto, aqui vai:

Quem não gosta desta música? Escrita por Bob Thiele e George David Weiss, fala sobre… bem, vejam aqui.

O mundo é lindo, não? É disso que fala esta música: da paz. Da liberdade. Da igualdade. Pensem, não? :D

(E hoje foi um post mesmo curto!)

“I’m Lovin’ It”, McDonalds

Marcas, marcas, marcas. Eu gostava de ser uma marca. Eu gostava que o Bem Escrito fosse uma marca.

Modéstia à parte, eu tenho jeito para publicidade. Eu sei que tenho – embora a maioria das pessoas não queira, obviamente, admitir isso. Mas eu sei que tenho. As minhas ideias muito claras sobre como o layout deste blog devia ser (mas, infelizmente, o WordPress é mau e tenho de pagar dez euros para poder mudá-lo), o ícone deste blog – que, já agora, podem ver… em algum sítio – e o template personalizado para o meu Twitter que eu hei de ter mostram isso. As capas dos livros que ainda hei de publicar mostram isso.

Esperem aí, deixem-me corrigir. Eu tenho jeito para design – e só para ideias, não me meto em desenho – e talvez um pouco para publicidade, marketing, e afins. Isto foi só uma introdução ao que realmente importa neste post. E segue o excerto – estranhamente reduzido:

I’m Lovin’ It

I’m Lovin’ It

Nem me dei ao trabalho de pôr o “tararantantan”, ou “tan-ta-ran-tam-tam”, ou lá como é (obrigado, Gran! :D ) porque isso são notas escolhidas ao acaso pelo palhaço (que, supostamente, todas as crianças adoram/deviam adorar) que, na verdade, foi o impulsionador da era capitalista em que vivemos.

Adorar. (Para quem não se lembra/não sabe, I’m Lovin’ It significa algo como “Estou adorando”. Slang americano.) Como é que a McDonalds pode presumir que adoramos a McDonalds? Os seus produtos? Sabem como os McNuggets são feitos? Acreditem em mim – possivelmente, a única parte da galinha que eles usam são ossos. E pele, quando estão nos dias bons.

Positivismo, claro. É a única razão. Na verdade… o que significa este slogan? Alguém é capaz de me explicar? Muitíssimo obrigado, o link para os comentários anda por aí algures.

NOTA: O autor do blog deseja dizer que: 1) O meu pai opôs-se veemente à publicação deste post, talvez por achar que a McDonalds me ia processar; 2) Não dispenso uma salada deles de vez em quando. SÓ DE VEZ EM QUANDO! (ou seja… uma vez em cada dois meses, possivelmente)

20 anos depois da queda.

Eu sei que este post não se enquadra no tema do blog, mas acho que seria bonito recordar. Para quem não sabe, este é o “ano vinte” de liberdade de expressão. Deixem-me que vos diga: talvez até faça uma pesquisa sobre o “Mein Kampf” – afinal, outros olhos sobre aquilo não fazem mal nenhum.

Viva a liberdade, não?

Novo e-mail e site! mail@bemescrito.net

Bem, estamos noutro site – outra vez! Sejam bem-vindos ao www.bemescrito.net. Isto não vai mudar em nada o blog, não se preocupem.

Já agora – se quiserem enviar alguma coisa para o blog ou simplesmente contactar-nos, temos um novo e-mail: podem contactar-nos usando o e-mail mail@bemescrito.net! :D Obrigado!

Os Melhores!

Acabei de criar uma nova categoria no blog – Os Melhores. Uma espécie de Top das coisas que são publicadas no blog. :D Gostam, gostam, não gostam, gostassem! Também podem sugerir que alguma coisa seja adicionada aos Melhores – basta comentar!

“Dormir Nu é Ecológico”, Vanessa Farquharson

Este é o livro mais hilariante que eu já li, devo começar por dizer. É sobre uma mulher – a fantástica Vanessa Farquharson, uma canadiana com passaporte britânico (logo, com um humor irremediavelmente subtil), que, após ver o filme “Uma Verdade Inconveniente”, de Al Gore – e os seus ursos polares virtuais a afogarem-se quando os icebergues em que eles vivem derretem -, decide começar um blog (que, por acaso, ainda está disponível – mas pouco actualizado – em www.greenasathistle.com) a contar a sua “aventura” de um ano. Basicamente, durante um ano, em cada dia, ela toma uma medida para tornar a sua vida mais ecológica. Isso passa de coisas tão simples como “Verificar a pressão dos pneus.” até coisas tão drásticas como “Tomar duche às escuras.”

Para perceberem melhor o quão bem-humorado é este livro, fica um pequeno excerto (que, após o ter avaliado, NÃO, NÃO TEM SPOILERS sobre a história quase inexistente do livro). :D

6 de Fevereiro, 343º Dia

Usar restos de acendalhas ou toros ecológicos na lareira

Ao fim dalguns meses sem cabo, confesso que já nem me lembro muito bem o que me levava a gostar tanto de ver televisão. Tenho  vagas reminiscências de ver mulheres vestidas com extremo bom gosto a pairar pelas respectivas cozinhas a exaltar as virtudes das máquinas de picar alho, a Tyra Banks a segurar sete fotografias enquanto dizia com ar solene: “Tenho oito mulheres deslumbrantes diante de mim” e pessoas obesas trajadas com T-shirts vermelhas ou azuis a expulsarem alguém da sua equipa por não ter conseguido perder peso suficiente no decorrer daquele episódio. Actualmente, nada disto me desperta qualquer interesse.

Este fim-de-semana, enquanto estava no chalé de um amigo – dum amigo que por acaso tem televisão por satélite, com mais de novecentos canais disponíveis – esforcei-me afincadamente por redescobrir o meu antigo vício, contudo, depois de passar por uma infinidade de programas, a única coisa capaz de prender a minha atenção foram as notícias, e essas, eu leio-as no jornal todas as manhãs. Foi então que, quando estava prestes a dar-me por vencida, ele surgiu diante dos meus olhos. A minha graça redentora. A luz ao fundo do túnel do horário nobre. Não se tratava do Entertainment Tonight, nem tão-pouco duma repetição do The Office. Não, era uma coisa muito mais ecológica – mais concretamente, The Fire Log Channel.

Ora esta, pensei eu – já era alguma coisa.

Em essência, um mero toro de lenha a arder sem cessar numa lareira, o conceito pareceu-me brilhantemente tão ridículo, tão contrário à alta tecnologia e, oh! tão irónico, que de imediato dei por mim transfigurada e me deixei ficar a assistir durante uns bons vinte minutos.

Entretanto, perguntei-me:

Quem será o responsável por esta lareira?

Haverá alguém para atiçar o fogo?

Quais serão os valores inerentes à produção do The Fire Log Channel?

Que espécie de madeira é utilizada?

Os toros tiveram de ser submetidos a audições?

Haverá mensagens subliminais a ser transmitidas através dos motivos das chamas?

Quem será o público-alvo? Os lenhadores? Os piromaníacos? Os lenhadores maníacos?

E será que estão a preparar outra série? Uma derradeira série Fire Log de arrasar?

O dia não acaba por aqui, mas já devem ter compreendido o mais importante. Muito sinceramente? SIM, EU RECOMENDO!

Querem ver alguma coisa comentada no blog?

Bem… é simples. Querem ver alguma coisa comentada no blog? Um texto, uma história, um livro, uma música… resumindo, qualquer coisa que seja escrita. Só precisam de deixar um comentário – simples, não? ;)

Obrigado!

“Decode”, Paramore

Eu adoro esta música. Para começar, aviso desde já que os Paramore não são exactamente “música clássica”! Assim sendo, quem os quiser ouvir, tenham o bom senso de deixar o volume baixo, se não estão habituados a ouvir música alternativa. Para quem não os conhecem, eles são um grupo americano bastante em voga hoje em dia. E fica aqui um single chamado Decode, inspirado na Saga Luz e Escuridão (also known as Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer – os livros de vampiros de Stephenie Meyer), especialmente feito para o filme. Vejam, ouçam, e divirtam-se!

E aqui fica a letra da música, em inglês – não me atrevo a traduzir, peço desculpa. :D

Decode

How can I decide what’s right,

When you’re clouding up my mind

I can’t win your losing fight

All the time

Nor could I ever own what’s mine

When you’re always taking sides

But you won’t take away my pride

No, not this time

Not this time

How did we get here

When I used to know you so well?

How did we get here?

Well, I think I know

The truth is hiding in your eyes

And it’s hanging on your tongue

Just boiling in my blood

But you think that I can’t see

What kind of man that you are

If you’re a man at all

Well, I will figure this one out

On my own

(I’m screaming, I love you so)

On my own

(But my thought you can’t decode)

How did we get here?

When I used to know you so well?

How did we get here?

Well, I think I know

Do you see what we’ve done?

We’re gonna make such fools of ourselves

Do you see what we’ve done?

We’re gonna make such fools of ourselves

How did we get here

When I used to know you so well?

How did we got here

When I used to know you so well?

I think I know

I think I know

There is something I see in you

It might kill me, I want it to be true

Também podemos descodificar (entenderam a piada? Pronto, não teve piada) a música tirando a parte “vampírica”. Basicamente, é sobre uma rapariga que quer conhecer melhor o rapaz com quem namora, ou de quem gosta, etc. Mas ele tem um segredo, e ela quer descobrir qual é. Algo assim? E vocês, o que pensam? Comentem!

“The Lost Symbol”, Dan Brown

ATENÇÃO! ESTE POST CONTÉM SPOILERS SOBRE A NOVA OBRA DE DAN BROWN, “THE LOST SYMBOL”, OU “O SÍMBOLO PERDIDO”, AINDA NÃO PUBLICADA EM PORTUGUÊS! TENHA CUIDADO!

Este post é sobre uma obra prima. Já li o “Anjos e Demónios”, já li o “Código Da Vinci”. Mas o meu preferido foi este. Este livro é óptimo. Recomendo-o a qualquer pessoa que goste de ler e de cultura geral, além de um bom livro – provavelmente, qualquer pessoa que leia este blog. Já sabem, a vossa próxima compra pode ser feita agora ou a partir de dia 29 de Outubro, se quiserem o livro em português.

Deixo aqui o link para um excerto (em inglês, não me atrevo a traduzir) dos dois primeiros capítulos do livro, aqui. Cliquem em Next Page para avançar, evidentemente.

Uma obra prima, não? Comentem sobre o excerto, e, se possível, sobre o livro. Atenção aos spoilers!

Novo endereço!

Sejam bem-vindos ao http://bemescrito.wordpress.com, o novo endereço do Bem Escrito. Pessoalmente, prefiro o WordPress. Bem, let’s get the party started, shall we?

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O Bem Escrito é um blog sobre palavras. Frases, livros, letras de músicas, enfim, qualquer coisa escrita pode ser comentada aqui. Defino-me como um "comentador de palavras". Ou crítico, talvez fique melhor.

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